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Pesquisa comprova o efeito antiinflamatório dos ômega-3 em atletas

Associadas ao colesterol e conseqüentemente a doenças cardiovasculares, as gorduras sempre foram consideradas vilãs por aqueles que buscam uma alimentação saudável. Mas, como em toda regra, há exceções. As gorduras podem ser divididas basicamente em dois tipos: as saturadas, responsáveis pelo aumento do mau colesterol, e as insaturadas (classificadas como monoinsaturadas e poliinsaturadas), que trazem benefícios à saúde, alguns deles de grande valia para os atletas. É o caso dos ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, conhecidos por combater o mau colesterol, e que, segundo pesquisas, também seriam um antiinflamatório natural e um possível coadjuvante para aumento de força e massa muscular. A tese de doutorado iniciada em 2001 na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) pelo professor Leandro Lopez Haidamus, docente de bioquímica da Universidade do Oeste Paulista e mestre em ciência de alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (“O Efeito da Suplementação com Ômega-3 na Produção de Mediadores Químicos da Inflamação”) tem por objetivo comprovar o efeito antiinflamatório dos ômega-3 em atletas. Os resultados do estudo apontaram que a suplementação diária de ômega-3 diminui a resposta inflamatória nas lesões musculares, além de acelerar o processo de recuperação. Segundo o professor Haidamus, essa ação se deve ao fato de os ácidos graxos ômega-3, atuarem como inibidores de substâncias químicas produzidas naturalmente pelo organismo humano durante um processo inflamatório. “Eles inibem a produção de algumas substâncias que provocam dor e edema e são responsáveis por ativar o processo de inflamação”, explica. Haidamus diz que com uma suplementação de 3 g diárias de ômega-3, ministrada sem interrupção por um período mínimo de três semanas, há uma diminuição da resposta inflamatória nas microlesões que o atleta sofre durante o esforço físico. “Isso amenizará a dor após os treinos e competições, o que melhorará a recuperação do atleta e, conseqüentemente, sua performance”, comenta, acrescentando que assim pode-se evitar o uso de medicamentos antiinflamatórios e seus efeitos indesejáveis. Além de prevenir lesões, a ação antiinflamatória dos ômega-3 pode trazer outro benefício ao atleta. Ela também favorece o ganho de força e massa muscular, conforme explica Carlos Alexandre Fatt, professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal do Mato Grosso. “O aumento de massa muscular depende de um treinamento intenso que causa inflamação na musculatura. Esse tipo de atividade física provoca pequenas lesões nos músculos, que são recuperadas mais rapidamente com a ação antiinflamatória do ômega-3. É durante essa recuperação que ocorre o aumento de massa muscular, portanto, esse processo contribui para maiores ganhos”, justifica. Em 2001, Carlos defendeu uma tese de mestrado (Suplementação de Ácidos Graxos Ômega-3 ou Triglicerídios de Cadeia Média para Indivíduos em Treinamento de Força) na Universidade Estadual Paulista de Rio Claro, cujos testes realizados acusaram aumento de força e massa muscular em atletas que combinaram treino de musculação para hipertrofia com suplementação de ômega-3. Mas a ação antiinflamatória seria apenas um dos fatores responsáveis por induzir esse crescimento em virtude desses ácidos graxos. “Estudos sugerem que os ômega-3 têm efeito vasodilatador, o que facilita a perfusão de oxigênio e nutrientes do sangue para os tecidos, fornecendo mais energia para o músculo. Esse efeito também está associado ao aumento do GH (Growth Hormone ou Hormônio do Crescimento), que tem a propriedade de estimular o crescimento muscular e redução de gordura”, afirma Fatt, que é doutor em clínica médica pela Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto. Ele lembra ainda que a vasodilatação promove melhora no trabalho cardiovascular e o conseqüente aumento do VO2 máximo, fazendo com que o atleta ganhe mais resistência. AS FONTES Embora essenciais para a saúde, os ácidos graxos ômega-3 não são produzidos pelo organismo humano, mas podem ser encontrados em alguns alimentos, principalmente peixes de águas frias e profundas, como salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha e truta. Mestre em nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Priscila Andrade diz que a recomendação diária para consumo de ômega-3 é de 1 g a 1,8 g. “ Segundo outro estudo publicado no Journal of Physiology. Na pesquisa, uma equipe de cientistas acrescentou o óleo de peixe com ômega 3, ou óleo de oliva à alimentação do gado. Após cinco semanas, os animais que tomaram o ômega 3 mostraram maior sensibilidade à insulina, melhorando o metabolismo das proteínas. Segundo os especialistas, o composto pareceu repor outros ácidos graxos nas células musculares, melhorando sua função. Os especialistas afirmam que os efeitos do ômega 3 também podem ser benéficos para prevenir a perda de massa muscular em idosos e para os atletas que querem ganhar músculos.


Membros do Instituto Científico do Canadá e dos Estados Unidos afirmam que, além do ômega 3, a linhaça contém ainda outros dois tipos de gordura (ômega 6 e ômega 9) que, quando consumidas regularmente, não só afastam o risco de desenvolver enfermidades degenerativas, como potencializam seu tratamento. Já os cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, anunciaram recentemente que a semente é capaz de bloquear a metástase em pacientes com câncer de mama. Os benefícios milagrosos se estendem a outros tipos de tumores malignos, como o de cólon e o de próstata. Ossos mais fortes Cientistas da Universidade de Oklahoma (EUA) descobriram que a semente é benéfica para a estrutura óssea de mulheres pós-menopausa, devido ao seu poder antioxidante. Eles afirmam que os radicais livres gerados nessa estrutura debilitam os ossos. TPM tranqüila Os sintomas da Tensão Pré-Menstrual muitas vezes têm origem no desequilíbrio entre os hormônios estrogênio e progesterona. Por esse motivo, a mulher precisa de boas fontes de ácidos graxos, presentes na linhaça, que são essenciais para o equilíbrio do sistema hormonal. Menopausa sob controle O estrógeno fica com suas taxas em baixa durante o climatério, provocando aqueles sintomas típicos dessa fase, como ondas de calor, alteração do humor e ressecamento da pele. As ligninas, substâncias da linhaça que imitam a ação do estrógeno, funcionam como um agente natural na reposição de hormônios. Pulmões e bexiga em ordem Por causa dos efeitos antiinflamatório e emoliente sobre as mucosas, a linhaça alivia os sintomas de bronquite e cistite. Seu consumo diário auxilia em todos os casos de inflamação dos rins e da bexiga, nos espasmos da bílis e nas doenças respiratórias, como a asma. Além da saúde, a linhaça também atua em prol da beleza, fortificando os cabelos, as unhas e a pele Circulação perfeita Veias e artérias com depósito de gordura dificultam a circulação, provocando derrame cerebral e infarto. Os ômega 3 e 6 da semente evitam o acúmulo de lipídios. Obesidade, não! Como a linhaça elimina rapidamente o colesterol, ajuda a controlar a obesidade. A grande quantidade de fibras (cinco vezes maior do que na aveia), diminui o apetite. Digestão mais fácil A ação antiinflamatória e emoliente do grão regenera a mucosa digestiva danificada. No tratamento deve-se consumir a semente deixada de molho à noite e triturada pela manhã, todo dia. Rins em equilíbrio Para curar cálculos renais ou biliares, o ideal é usar o óleo de linhaça prensado a frio (natural ou em cápsulas). O grão moído reduz quadros de inflamação. A semente de linhaça contém 27 componentes anti-cancerígenos , um deles é a LIGNINA. A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais. Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades. Protege e evita a formação de tumores. * É muito fácil inserir esse alimento no seu dia-a-dia. Basta acrescentá-lo aos sucos de frutas, iogurtes, saladas, vitaminas, molhos, pão feito ao sol, etc.
 
Associadas ao colesterol e conseqüentemente a doenças cardiovasculares, as gorduras sempre foram consideradas vilãs por aqueles que buscam uma alimentação saudável. Mas, como em toda regra, há exceções. As gorduras podem ser divididas basicamente em dois tipos: as saturadas, responsáveis pelo aumento do mau colesterol, e as insaturadas (classificadas como monoinsaturadas e poliinsaturadas), que trazem benefícios à saúde, alguns deles de grande valia para os atletas. É o caso dos ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, conhecidos por combater o mau colesterol, e que, segundo pesquisas, também seriam um antiinflamatório natural e um possível coadjuvante para aumento de força e massa muscular. A tese de doutorado iniciada em 2001 na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) pelo professor Leandro Lopez Haidamus, docente de bioquímica da Universidade do Oeste Paulista e mestre em ciência de alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (“O Efeito da Suplementação com Ômega-3 na Produção de Mediadores Químicos da Inflamação”) tem por objetivo comprovar o efeito antiinflamatório dos ômega-3 em atletas. Os resultados do estudo apontaram que a suplementação diária de ômega-3 diminui a resposta inflamatória nas lesões musculares, além de acelerar o processo de recuperação. Segundo o professor Haidamus, essa ação se deve ao fato de os ácidos graxos ômega-3, atuarem como inibidores de substâncias químicas produzidas naturalmente pelo organismo humano durante um processo inflamatório. “Eles inibem a produção de algumas substâncias que provocam dor e edema e são responsáveis por ativar o processo de inflamação”, explica. Haidamus diz que com uma suplementação de 3 g diárias de ômega-3, ministrada sem interrupção por um período mínimo de três semanas, há uma diminuição da resposta inflamatória nas microlesões que o atleta sofre durante o esforço físico. “Isso amenizará a dor após os treinos e competições, o que melhorará a recuperação do atleta e, conseqüentemente, sua performance”, comenta, acrescentando que assim pode-se evitar o uso de medicamentos antiinflamatórios e seus efeitos indesejáveis. Além de prevenir lesões, a ação antiinflamatória dos ômega-3 pode trazer outro benefício ao atleta. Ela também favorece o ganho de força e massa muscular, conforme explica Carlos Alexandre Fatt, professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal do Mato Grosso. “O aumento de massa muscular depende de um treinamento intenso que causa inflamação na musculatura. Esse tipo de atividade física provoca pequenas lesões nos músculos, que são recuperadas mais rapidamente com a ação antiinflamatória do ômega-3. É durante essa recuperação que ocorre o aumento de massa muscular, portanto, esse processo contribui para maiores ganhos”, justifica. Em 2001, Carlos defendeu uma tese de mestrado (Suplementação de Ácidos Graxos Ômega-3 ou Triglicerídios de Cadeia Média para Indivíduos em Treinamento de Força) na Universidade Estadual Paulista de Rio Claro, cujos testes realizados acusaram aumento de força e massa muscular em atletas que combinaram treino de musculação para hipertrofia com suplementação de ômega-3. Mas a ação antiinflamatória seria apenas um dos fatores responsáveis por induzir esse crescimento em virtude desses ácidos graxos. “Estudos sugerem que os ômega-3 têm efeito vasodilatador, o que facilita a perfusão de oxigênio e nutrientes do sangue para os tecidos, fornecendo mais energia para o músculo. Esse efeito também está associado ao aumento do GH (Growth Hormone ou Hormônio do Crescimento), que tem a propriedade de estimular o crescimento muscular e redução de gordura”, afirma Fatt, que é doutor em clínica médica pela Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto. Ele lembra ainda que a vasodilatação promove melhora no trabalho cardiovascular e o conseqüente aumento do VO2 máximo, fazendo com que o atleta ganhe mais resistência. AS FONTES Embora essenciais para a saúde, os ácidos graxos ômega-3 não são produzidos pelo organismo humano, mas podem ser encontrados em alguns alimentos, principalmente peixes de águas frias e profundas, como salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha e truta. Mestre em nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Priscila Andrade diz que a recomendação diária para consumo de ômega-3 é de 1 g a 1,8 g. “ Segundo outro estudo publicado no Journal of Physiology. Na pesquisa, uma equipe de cientistas acrescentou o óleo de peixe com ômega 3, ou óleo de oliva à alimentação do gado. Após cinco semanas, os animais que tomaram o ômega 3 mostraram maior sensibilidade à insulina, melhorando o metabolismo das proteínas. Segundo os especialistas, o composto pareceu repor outros ácidos graxos nas células musculares, melhorando sua função. Os especialistas afirmam que os efeitos do ômega 3 também podem ser benéficos para prevenir a perda de massa muscular em idosos e para os atletas que querem ganhar músculos.nte em dois tipos: as saturadas, responsáveis pelo aumento do mau colesterol, e as insaturadas (classificadas como monoinsaturadas e poliinsaturadas), que trazem benefícios à saúde, alguns deles de grande valia para os atletas. É o caso dos ácidos graxos poliin

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Associadas ao colesterol e conseqüentemente a doenças cardiovasculares, as gorduras sempre foram consideradas vilãs por aqueles que buscam uma alimentação saudável. Mas, como em toda regra, há exceções. As gorduras podem ser divididas basicamente em dois tipos: as saturadas, responsáveis pelo aumento do mau colesterol, e as insaturadas (classificadas como monoinsaturadas e poliinsaturadas), que trazem benefícios à saúde, alguns deles de grande valia para os atletas. É o caso dos ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, conhecidos por combater o mau colesterol, e que, segundo pesquisas, também seriam um antiinflamatório natural e um possível coadjuvante para aumento de força e massa muscular. A tese de doutorado iniciada em 2001 na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) pelo professor Leandro Lopez Haidamus, docente de bioquímica da Universidade do Oeste Paulista e mestre em ciência de alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (“O Efeito da Suplementação com Ômega-3 na Produção de Mediadores Químicos da Inflamação”) tem por objetivo comprovar o efeito antiinflamatório dos ômega-3 em atletas. Os resultados do estudo apontaram que a suplementação diária de ômega-3 diminui a resposta inflamatória nas lesões musculares, além de acelerar o processo de recuperação. Segundo o professor Haidamus, essa ação se deve ao fato de os ácidos graxos ômega-3, atuarem como inibidores de substâncias químicas produzidas naturalmente pelo organismo humano durante um processo inflamatório. “Eles inibem a produção de algumas substâncias que provocam dor e edema e são responsáveis por ativar o processo de inflamação”, explica. Haidamus diz que com uma suplementação de 3 g diárias de ômega-3, ministrada sem interrupção por um período mínimo de três semanas, há uma diminuição da resposta inflamatória nas microlesões que o atleta sofre durante o esforço físico. “Isso amenizará a dor após os treinos e competições, o que melhorará a recuperação do atleta e, conseqüentemente, sua performance”, comenta, acrescentando que assim pode-se evitar o uso de medicamentos antiinflamatórios e seus efeitos indesejáveis. Além de prevenir lesões, a ação antiinflamatória dos ômega-3 pode trazer outro benefício ao atleta. Ela também favorece o ganho de força e massa muscular, conforme explica Carlos Alexandre Fatt, professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal do Mato Grosso. “O aumento de massa muscular depende de um treinamento intenso que causa inflamação na musculatura. Esse tipo de atividade física provoca pequenas lesões nos músculos, que são recuperadas mais rapidamente com a ação antiinflamatória do ômega-3. É durante essa recuperação que ocorre o aumento de massa muscular, portanto, esse processo contribui para maiores ganhos”, justifica. Em 2001, Carlos defendeu uma tese de mestrado (Suplementação de Ácidos Graxos Ômega-3 ou Triglicerídios de Cadeia Média para Indivíduos em Treinamento de Força) na Universidade Estadual Paulista de Rio Claro, cujos testes realizados acusaram aumento de força e massa muscular em atletas que combinaram treino de musculação para hipertrofia com suplementação de ômega-3. Mas a ação antiinflamatória seria apenas um dos fatores responsáveis por induzir esse crescimento em virtude desses ácidos graxos. “Estudos sugerem que os ômega-3 têm efeito vasodilatador, o que facilita a perfusão de oxigênio e nutrientes do sangue para os tecidos, fornecendo mais energia para o músculo. Esse efeito também está associado ao aumento do GH (Growth Hormone ou Hormônio do Crescimento), que tem a propriedade de estimular o crescimento muscular e redução de gordura”, afirma Fatt, que é doutor em clínica médica pela Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto. Ele lembra ainda que a vasodilatação promove melhora no trabalho cardiovascular e o conseqüente aumento do VO2 máximo, fazendo com que o atleta ganhe mais resistência. AS FONTES Embora essenciais para a saúde, os ácidos graxos ômega-3 não são produzidos pelo organismo humano, mas podem ser encontrados em alguns alimentos, principalmente peixes de águas frias e profundas, como salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha e truta. Mestre em nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Priscila Andrade diz que a recomendação diária para consumo de ômega-3 é de 1 g a 1,8 g. “ Segundo outro estudo publicado no Journal of Physiology. Na pesquisa, uma equipe de cientistas acrescentou o óleo de peixe com ômega 3, ou óleo de oliva à alimentação do gado. Após cinco semanas, os animais que tomaram o ômega 3 mostraram maior sensibilidade à insulina, melhorando o metabolismo das proteínas. Segundo os especialistas, o composto pareceu repor outros ácidos graxos nas células musculares, melhorando sua função. Os especialistas afirmam que os efeitos do ômega 3 também podem ser benéficos para prevenir a perda de massa muscular em idosos e para os atletas que querem ganhar músculos.

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Ômega 3 - Óleo de Peixe



A importância do Ômega-3 na capacidade mental



O cérebro humano representa apenas 2% do nosso peso total, mas usa aproximadamente 20% do oxigênio consumido por todo nosso corpo quando está em repouso. Ele é um órgão complexo que só recentemente tem sido desvendado.

Você já sabe que os alimentos que comemos influenciam o nosso corpo. Mas o que você não sabe ainda é que eles podem ter muito mais do que uma simples influência no funcionamento do nosso cérebro.

O humor, a motivação e a performance mental estão intimamente ligados aos alimentos que ingerimos.Estudos mostram cada dia mais que algumas substâncias contidas em determinados alimentos podem aumentar a capacidade mental.

Mais de 20% do cérebro é constituído de substâncias gordurosas que desempenham importantes funções. A saúde do nosso cérebro depende não só da quantidade de gordura que ingerimos, mas principalmente do tipo de gordura.

A performance mental exige um tipo específico de gordura encontrado mais frequentemente em peixes, conhecidos como ácidos graxos Omega-3.

Os ácidos graxos Omega-3 são conhecidos por serem componentes fundamentais da membrana externa das células cerebrais. É através dessa membrana que todos os sinais nervosos fluem.

Então a presença de Omega-3 cria um ambiente ideal para a troca rápida de "mensagens" entre as células do nosso cérebro. Se o cérebro para de receber Omega-3, ele procura se adaptar a essa deficiência. Como consequência ele fica "preguiçoso" e as respostas passam a ser mais lentas. Quando esse comportamento é repetido dia-após-dia, o cérebro passa a encarar esse novo estado como sendo o seu novo padrão normal de funcionamento.

É aí que problemas de memória, alterações de humor e dificuldades de aprendizado podem se tornar frequentes.

Estudos mostram que o consumo regular de Omega-3 está ligado aos seguintes benefícios:

    * boa concentração;
    * boa memória;
    * motivação;
    * boas habilidades motoras;
    * boa velocidade de reação;
    * neutralização do stress;

As fontes principais de Omega-3 são os peixes de águas profundas e frias (salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha, truta) e os óleos de peixe.

Para quem não gosta ou não inclui os peixes ou os óleos de peixe no cardápio, as sementes de linhaça e o óleo de linhaça são as melhores alternativas como fonte de Omega-3.

Além de todos esses benefícios para o cérebro, o Omega-3 atua na redução dos níveis de triglicérides e consequentemente reduzir os riscos de doença do coração.

HIPERTENSÃO ARTERIAL e ÓLEO DE PEIXE -ÔMEGA 3 efeito anti-flamatório.


De 15 trabalhos antes de 1989 que revimos, 9 deles mostraram que os ácidos graxos ômega-3 realmente reduzem a pressão arterial (Knapp – 1989a). Investigações controladas de pacientes hipertensos cuidadosamente monitorados (Knapp – 1989b) e estudos de intervenção populacional (Bonaa - 1990), confirmam que boas doses de óleo de peixe reduzem a pressão arterial na hipertensão essencial.
De uma maneira geral os trabalhos escritos em países da Europa, União Soviética, África e Austrália  mostram um bom efeito dos ácidos graxos ômega-3 sobre a pressão arterial. Entretanto na América do Norte, onde as indústrias e o poder econômico ditam as suas próprias verdades científicas, os ômega-3 não mostram resultados tão benéficos, tornando quase impossível distinguir neste País os trabalhos com conflito de interesse.
Venter, pesquisador africano, em 1988 em trabalho duplo cego, controlado com placebo e cruzado tratou 25 pacientes não obesos com hipertensão arterial essencial moderada. O grupo que recebeu a suplementação com ômega-3 ( Efamol-marine 3 cápsulas 3 vezes ao dia) apresentou queda significante da pressão sistólica em 8 semanas de ingestão do ácido graxo (PA : 160/100 caiu para 140/90 mmHg). O Efamol – marine contém em 1 cápsula: 275 mg da ácido linoleico , 40 mg de ácido gamalinolenico e 20 mg de ácido eicosapentanoico. Sabe-se que somente o ácido gamalinolenico e o eicosapentanoico possuem a capacidade de diminuir a pressão arterial. O grupo que recebeu somente o ácido alfa linolenico não apresentou queda de pressão.
Parece que doses acima de 3 gramas de óleo de peixe de água gelada são necessárias para reduzir a pressão arterial de hipertensos e muito importante esta dose não altera a pressão de normotensos .
Em um trabalho tipo meta-análise, Morris pode constatar evidências de um efeito dose-resposta, isto é, maior a dose ingerida do óleo maior a queda de pressão arterial (Morris - 1993).
Kaare Bonaa, pesquisador da Noruega, estudou156 homens e mulheres com hipertensão essencial moderada não previamente tratada, de uma pequena cidade norueguesa, em estudo randomizado, duplo cego e controlado com placebo. Um grupo recebeu por 10 semanas, 6 g ao dia de uma preparação com 85% de ácido eicosapentanoico e docosahexanoico e o outro grupo recebeu 6 g ao dia de óleo de milho. A suplementação foi administrada em cápsulas de 1000 mg na dose inicial de 1 g ao dia aumentando-se gradativamernte para 6 g ao dia , para melhorar a tolerabilidade ao óleo.  O óleo de peixe estava na forma etil-ester (etil-ester K85, Norsk Hydro, Oslo, Norway).
Em 10 semans a pressão sistólica caiu 4,6 mmHg (p=0,002) e a pressão diastólica caiu 3,0 mmHg (p=0,0002) no grupo que recebeu o óleo de peixe. De um modo geral a pressão arterial caiu de 145/95 para 140/92 mmHg em 10 semanas de óleo de peixe. Não houve alterações de pressão no grupo que recebeu o óleo de milho. A diminuição da pressão arterial foi maior à medida que aumentava o nível de fosfolípide ômega-3 no plasma (Bonaa – 1990).
É importante salientar que nos pacientes que comiam peixe pelo menos 3 vezes por semana os resultados foram melhores. Incluindo-se apenas homens que consumiam peixe 3 vezes por semana a queda da pressão sistólica atingiu os 11,2 mmHg e a diastólica, 5,6 mmHg. Outro fato digno de nota é que 32% dos pacientes ingerindo óleo de peixe não apresentaram nenhuma modificação da pressão arterial.
 Após 10 semanas de óleo de peixe o nível de :
ácido linoleico caiu de 275 para 220 mg/l
ácido araquidonico caiu de 107 para 94  mg/l
ácido eicosapentanoico aumentou de 45 para 115 mg/l
ácido docosahexanoico aumentou de 113 para 136 mg/l
todos gorduras saturadas, não houve modificação: de 550 para 546 mg/l
todos ácidos graxos, não houve modificação:  de 1358 para 1359 mg/l

            O autor verificou ainda que embora tanto o ácido eicosapentanoico como o  docosahexanoico são importantes para reduzir a pressão arterial o mais importante deles é o eicosapentanoico.
            Knapp em 1989, em estudo aberto em homens brancos e não fumantes mostrou que 1,8 g ao dia de ácido eicosapentanoico não interfere na pressão arterial, porém 9 g ao dia diminui a pressão sistólica em 6,5 mmHg e a pressão diastólica em 4,4 mmHg. Os resultados do trabalho de Bonaa, nos mostram que não precisamos chegar a doses tão altas. 
            Margolin em 1991 estudou 46 idosos hipertensos de um modo randomizado, duplo-cego, controlado com placebo e cruzado. O período de tratamento foi de 4 semanas com um período de "washout" de 3 semanas. Comparou 9g ao dia de óleo de peixe com 9 g de óleo de milho. O grupo com óleo de peixe recebeu 3 cápsulas de 1000mg, três vezes ao dia . Cada cápsula continha 30% de EPA, 22% de DHA e 1mg de vitamina E. A vitamina D foi removida para evitar intoxicação. No final a quantidade diária de ômega-3 administrada foi de 4,7 g/dia (52% de 9g/dia). O resultado foi muito bom: a pressão sistólica caiu 11,7 mmHg e a pressão diastólica caiu 5,4 mmHg em 4 semanas de tratamento, ambas com significância estatística.           
            Em 1991 Peter Singer, pesquisador alemão, reviu os estudos clínicos dos efeitos hipotensores dos ácidos graxos ômega-3 . De 8 estudos de pacientes com hipertensão essencial moderada  que receberam em média 5 g/dia de ômega-3 verificou que a pressão sistólica caiu em torno de 10 mmH e a diastólica, 6 mmHg. Quanto maior a pressão inicial maiores são os efeitos hipotensores. Em um estudo que durou 28 semanas a pressão sistólica reduziu 16 mmHg e a diastólica, 8 mmHg.
            Uma comparação dos efeitos hipotensores da sardinha ("mackerel")em lata com o arenque em lata, 5 g ao dia de ômega-3, por 2 semanas em trabalho randomizado e cruzado mostrou uma significante redução da pressão arterial somente com a sardinha (queda de 9 a 17 mmHg da pressão sistólica e de 3 a 11 mmHg na pressão diastólica). Lembrar que são necessárias 12 latas de sardinha para suplementar 5g de ômega-3. Outros trabalhos mostraram efeitos hipotensores com 3 latas de sardinha por semana durante meses de tratamento e outros trabalhos não mostraram nenhum efeito mesmo, com as 12 latas/dia.
          
Comparação do óleo de peixe com drogas antihipertensivas

            Em 47 pacientes com hipertensão arterial moderada após um período de 4 semanas de observação comparou-se o propranolol 80mg/dia com o óleo de peixe 9g/dia, administrados por 36 semanas sozinhos ou em combinação de ambos por 12 semanas. O resultado foi a mesma redução de pressão arterial tanto com o propranolol como com o óleo de peixe. A combinação de ambos amplifica o efeito hipotensor (in Singer-1991).
          
Modo de Ação dos Ácidos Graxos Ômega-3 na Hipertensão Arterial

   1. Síntese de eicosanoides

A explicação mais aceita sobre o mecanismo de ação dos ômega-3 na redução da pressão arterial  é a diminuição da síntese de tromboxane A2 e aumento da síntese de prostaciclinas (PGI2 e PGI3) e de tromboxane A3 (Knapp-1989). Lembremos que o tromboxane A2 é vasoconstritor e as prostaciclinas são vasodilatadoras. O  EPA da dieta é convertido em PGI3 no homem e não suprime a formação de PGI2 a partir do ácido araquidonico.
Na pré eclampsia , durante a hipertensão , já se verificou aumento da síntese de tromboxane A2. Aqui observa-se o papel favorável da aspirina diminuindo tanto a pressão arterial como os níveis de tromboxano (Meagher-1993).
            Os ácidos graxos ômega-3 diminuem a síntese de tromboxane A2 em homens com aterosclerose e em mulheres na pré eclampsia (Knapp-1986 , Schiff-1993). Nestas mulheres o ômega-3 não provoca excesso de sangramento durante o parto.

b-  Diois  derivados do ácido eicosapentanoico
Existe muito interesse no papel do citocromo P-450 produzindo epoxidos a partir do ácido araquidonico, tais substâncias são vasodilatadoras. Quantidades substanciais de compostos análogos aos epoxidos são derivados do ácido eicosapentanoico durante a ingestão de ácidos graxos ômega-3 (Knapp-1991). Na grávida hipertensa também já se apontou aumento da síntese de epoxidos derivados do ácido araquidonico (Catella-1990).

   1. Diminuição da sensibilidade à angiotensina e alterações na microcirculação

Os ácidos graxos ômega-3 diminuem a sensibilidade vascular aos efeitos da angiotensina (Kenny-1992 , Weisser-1990).
O aumento da atividade plasmática da renina observada nos pacientes hipertensos que estão ingerindo ômega-3 , assim como o alto nível de renina observado nos Esquimós pode ser interpretado como efeito homeostático contra regulatorio (Singer-1985 , Jorgensen-1986).
A melhoria da microcirculação com a diminuição da viscosidade do sangue e o aumento da flexibilidade dos eritrócitos contribuem para a queda da pressão arterial (Terano – 1983 , Cartwright – 1985).

   1. Efeito em eletrolitos: sódio, potássio e cálcio

O efeito hipotensor dos ômega-3 não pode ser atribuído somente à alteração da síntese dos produtos da ciclooxigenase (Knapp-1991 in Knapp-1996), porque esses ácidos graxos provocam aumento da excreção renal de sódio, diminuição do cálcio intracelular e aumento do potássio intracelular, fatores que levam à diminuição da volemia e ao relaxamento da musculatura arteriolar. Essas alterações também provocam menor reatividade vascular a substancias vasoconstritoras como a adrenalina e a noradrenalina.

e-  Resistência à Insulina e Insulinemia
Toft em 1995,estudou 78 pessoas hipertensas não diabéticas de forma randomizada e controlada com placebo. Dez semanas de suplementação com ômega-3 reduziu a pressão arterial, porém, não acarretou nenhum efeito sobre a tolerância à glicose ou sobre a resistência à insulina testada com sobrecarga de glicose e uma variedade da técnica do clampeamento insulinico.
Trevor também não observou efeito independente do óleo de peixe sobre a resistência à insulina e insulinemia, em obesos hipertensos que perderam peso. Neste trabalho o autor notou maior queda de peso nos pacientes com restrição calórica que usaram o ômega-3.  Verificaram no estudo queda dos triglicérides e aumento do HDL2 colesterol com diminuição do HDL3 colesterol , mantendo-se sem alteração o HDL total e o LDL total (Trevor-1999).

Conclusão

Os dados de literatura sugerem que os ácidos graxos polinsaturados ômega-3 , principalmente o ácido eicosapentanoico (EPA) possuem realmente efeito hipotensor na hipertensão essencial moderada.
É muito importante saber que o óleo de peixe interfere em vários locais do organismo ao lado de reduzir a pressão arterial e que possivelmente seja esta a razão dele diminuir o risco da doença coronariana, o que as drogas antihipertensivas não conseguem.
É chegado o momento de estudar melhor os nossos pacientes hipertensos, pois como já vimos a mudança de estilo de vida reduz a pressão arterial; drogas como a metformina que diminui a resistência da membrana à insulina reduzem a pressão arterial e os ácidos graxos ômega-3  por vários mecanismos também reduzem a pressão arterial e de fundamental importância as três estratégias diminuem o risco de coronariopatia.
A estratégia convencional aprendida na Escola e que é "ensinada" no dia a dia pelos  propagandistas de laboratório, em um curto-circuito cerebral médico pernicioso: hipertensão = droga hipotensora , deve ser revista o quanto antes.